terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Saiba tudo sobre os shows que a cantora Katy Perry fará no Brasil

RIO — A "Witness Tour" de Katy Perry passará pelo Brasil em 2018, como informou o site da Live Pass Brasil, nesta sexta-feira. A cantora americana tocará em três capitais: em Porto Alegre, no dia 14, em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 17, e no Rio, no Parque Olímpico, no dia 18. A cantora já veio ao Brasil para fazer shows em 2011 e 2015. Nas duas vezes, a principal apresentação dela no país foi no Rock in Rio. Quando encerrou a grandiosa “Prismatic world tour”, em 2015 — cuja última perna passou pelo Rock in Rio —, Katy Perry deu um tempinho para descansar a maquiagem e logo anunciou que estava brincando com músicas novas. Aquela coisa simples, brejeira, um pop moleque, banquinho e Pro Tools. Até chegar a este “Witness”, lançado no início de junho de 2017, depois dos singles “Chained to the rhythm”, “Bon appétit” e “Swish swish”, ela percorreu um longo caminho: são tantos nomes envolvidos em composição, produção, músicos, técnicos, que a impressão que se tem é a dos anos 1990, com as gravadoras botando dinheiro pelo ladrão por suas divas. E também de uma certa volta ao passado em um som inocente, genérico, com muita ambientação e pouca qualidade. Não que uma estrela como Katy Perry, um dos nomes de maior sucesso do pop atual, não mereça uma produção caprichada. Mas será que 18 (dezoito!) produtores ou produtores-executivos, incluindo a própria, são capazes de dar unidade a um disco? Ou isso não importa hoje em dia, cada música é uma música? Os singles davam essa ideia, da canção pela canção: “Chained to the rhythm” tem uma levada dançante agradável, mas nem o sobrenome Marley (de Skip, neto do rasta-mor Bob, que manda seu patois) lhe dá a cintura que se espera de um tempero jamaicano; “Bon appétit”, com o trio de rap americano Migos, também não se move em direção alguma, com aqueles teclados e batidas eletrônicas preguiçosos de sempre; “Swish swish” tem a danadinha Nicki Minaj dando uma apimentada, numa letra um tantinho mais ousada. A julgar pelas três primeiras músicas, “Witness” seria um bom disco, mesmo que não apresentasse grandes sacadas musicais ou estéticas, o disco PRISM é muito melhor e bem feito. Mas, quando são enfileiradas as 15 canções, cada uma com mais autores e produtores do que um samba-enredo clássico, o nível de "Witness" fica na média. Entrevistas e descrições promocionais tentam encontrar variedade nas faixas, com electropop pra cá, house pra lá, EDM, new wave (seria bom...), mas “Witness” é um disco pop medíocre, no qual a assinatura da cantora — que nunca teve a mais forte das personalidades musicais, diga-se — passa longe. As boas baladas “Miss you more” e “Into me you see” mostram que talvez um caminho deprê fosse uma boa ideia. Com as mudanças, a turnê de 2018 de Katy Perry no Brasil fica assim: 14/3/2018: Porto Alegre (RS), na Arena do Grêmio 17/3/2018: São Paulo (SP), no Allianz Parque 18/3/2018: Rio de Janeiro (RJ), no Parque Olímpico As apresentações fazem parte da "Witness tour" da cantora americana, na qual ela canta sucessos lançados nesse e nos seus outros quatro álbuns. Bebe Rexha faz o show de abertura.
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