sábado, 21 de outubro de 2017

Chris Hemsworth volta aos cinemas com "Thor: Ragnarok"

O terceiro longa da franquia, Thor: Ragnarök mostra o príncipe herdeiro de Asgard em maus lençóis: seu mundo está prestes a explodir e, um detalhe, ele está preso nele. Pelos lados de Asgard, seu maligno irmão Loki (Tom Hiddleston) tomou posse do lugar – e disputa o trono com a poderosa Hela (Cate Blanchett). Em meio às lutas e no exílio, Thor perde os longos cabelos e torna-se um gladiador. Mas, uma surpresa que poderia ser comemorada será um problema na vida de Thor: o gigante verde Hulk aparece para lutar com Thor e, sem saber das reais intenções do mostro, o asgardiano comemora sua chegada. Mal sabe que terá de travar uma disputa, em meio à nova realidade que vive: um prisioneiro, um refém. Em sua terceira aventura solo, Thor se vê preso do outro lado do universo, sem seu martelo, e entra em uma corrida para salvar Asgard do Ragnarok – uma espécie de apocalipse, em que seu mundo seria destruído completamente, tudo pelas mãos da terrível Hela. Primeiro, no entanto, ele tem que sobreviver a um desafio de gladiadores que o coloca contra um amigo – o incrível Hulk! O filme já é estimado para sair com mais de 100 milhões de arrecadação já no primeiro final de semana só nos EUA, mas com a popularidade só crescendo com os elogios da crítica especializada, eis que isso pode surpreender. O filme se inspira na lenda nórdica do ragnarok, a batalha final dos deuses contra as crias do deus da trapaça na qual toda a existência se encerrará, mas obviamente faz suas adaptações. Nele, Thor (Chris Hemsworth) busca salvar a terra de Asgard da ameaça de Hela (Cate Blanchett), a deusa da morte. Antes disso, ele precisa da ajuda de Hulk (Mark Ruffalo) e de Loki (Tom Hiddleston) para escapar de um planeta no qual o tirânico Grão-Mestre (Jeff Goldblum) organiza uma série de lutas entre gladiadores super-poderosos. O resultado já era esperado no anúncio da contratação do neozelandês Taika Waititi como diretor. Com os ótimos “O que fazemos nas sombras” (2014) e “A incrível aventura de Rick Baker” (2016) no currículo, ele já mostrava um talento enorme para o humor. Em “Ragnarok”, o cineasta consegue superar até mesmo “Homem-Formiga” (2015) e os dois “Guardiões da Galáxia” em quantidade e qualidade de piadas – entre os filmes de super-heróis talvez perca só para “Deadpool” (2016), produzido pela Fox. Os momentos cômicos estão espalhados por todo o filme, tanto nos diálogos quanto nas sequências de ação. Isso não é necessariamente algo ruim. Nas mãos de um diretor de primeira como Waititi (que também faz a voz de um dos personagens digitais mais carismáticos), a maior parte das piadas parecem naturais e funcionam. Mas algumas delas acabam diminuindo a força de acontecimentos dramáticos. A escolha de entregar algo tão pesado quanto o “fim dos tempos” nórdico na mão de um humorista é interessante. Talvez tenha sido um esforço consciente de tirar o peso de suas consequências, ao mesmo tempo em que se realiza uma versão relativamente fiel do ragnarok das lendas. Além disso, confirma o tema de que as aventuras alienígenas do Universo Marvel são engraçadas, coloridas e psicodélicas. A relação entre Thor e Hulk é um dos pontos altos da produção, e não seria possível sem a incrível química de Hemsworth com Ruffalo. Ambos já tinham protagonizado alguns dos melhores momentos de “Os Vingadores” (2012), mas em “Ragnarok” se dão tão bem que a vontade é ver a dupla em uma franquia própria. Uma “Máquina mortífera” super-heróica, quiçá. As duas mulheres que entram para o universo cinematográfico Marvel também brilham, como já podia ser previsto. A oscarizada Blanchett parece levar um tempo para se acostumar à fantasia e à maquiagem de Hela, mas em pouco tempo se solta e se diverte com o absurdo de uma vilã tão poderosa – e um pouco rasa, é verdade. Já Tessa Thompson (“Creed: Nascido para lutar”) praticamente rouba todas as cenas com sua Valquíria. Forte e beberrona, ela mostra que pode ser mais que apenas uma ocupante da vaga de “interesse romântico” deixada por Natalie Portman. Uma pena que seja relegada a segundo plano na luta final. Com as tradicionais cenas pós-créditos, “Thor: Ragnarok” é uma trama que avança irreversivelmente a história do deus do trovão, e passa a ideia de que o estúdio quer mesmo que seus personagens e mundos evoluam de verdade. Não se trata de uma obra obrigatória no caminho de “Vingadores: Guerra infinita”, filme que promete ser o marco dos grandes eventos da Marvel no cinema, mas é uma peça fundamental para a mitologia de seu próprio protagonista. O novo filme da Marvel, marca a maior porcentagem da história do UCM, que teve seu recorde com Homem De Ferro, em 2008, que gerou 94% de aprovações. O terceiro longa do herói, traz Thor preso do outro lado do universo, sem seu martelo, correndo para salvar Asgard do Ragnarok, destruição de seu mundo e da população pelas mãos da impiedosa viã Hela. Além disso, Thor terá que enfrentar seu amigo verde, Hulk. Em Thor: Ragnarok teremos Chris Hemsworth (Thor) junto com Tom Hiddleston (Loki), Cate Blanchett (Hela), Idris Elba (Heimdall), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge), Anthony Hopkins (Odin), Sam Neill, Ray Stevenson (Volstagg), Tadanobu Asano (Hogun), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), e Benedict Cumberbatch (Dr. Stephen Strange).
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