terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Veja quem são os nove representantes da Brazilian Storm na elite do surfe mundial

Depois dos títulos mundiais de Gabriel Medina e Adriano de Souza, o havaiano John John Florence interrompeu a hegemonia brasileira no CT, divisão de elite do Circuito Mundial de Surfe. Mas isso não quer dizer que a Brazilian Storm vem menos forte em 2017. A WSL anunciou os surfistas classificados para a próxima temporada e confirmou a presença de nove brasileiros entre eles. A novidade fica por conta da entrada de Ian Gouveia, que terminou em nono no QS, divisão de acesso, e garantiu uma vaga na elite. Campeão mundial em 2014, Gabriel Medina ficou com o terceiro lugar na atual temporada, depois de disputar o título com John John Florence até a penúltima etapa. Vai disputar sua sexta temporada na elite. Destaques em 2016: título em Fiji e segundo lugar na França. Segundo melhor brasileiro da temporada, Filipinho teve o início de ano prejudicado por uma lesão na perna que o tirou de duas etapas. Se recuperou depois com bons resultados e ficou em 10º no ranking do CT. Destaques em 2016: terceiro lugar em Gold Coast e Trestles, quinto na França. Campeão mundial em 2015, Mineirinho não conseguiu se manter na disputa pela liderança para defender o título neste ano, terminando com o 11º lugar no ranking. Segue como um dos mais experientes do circuito, rumo à 12ª temporada na elite do surfe mundial. Destaques em 2016: terceiro lugar no Rio de Janeiro. Escolhido como calouro do ano em 2015, Italo Ferreira teve um ano de afirmação na elite do Circuito Mundial de Surfe. Com um bom início nas etapas da Austrália, o brasileiro garantiu pontos cruciais para permanecer no CT no ano que vem. Destaques em 2016: terceiro lugar em Bells e Margaret River, na Austrália. Ganhador do prêmio de "calouro do ano" de 2016, Caio Ibelli se prepara para a segunda temporada na elite do surfe mundial depois de um ano de estreia sem grandes sustos. O brasileiro terminou como 16º do ranking, depois de um início de bons resultados que ajudaram no decorrer do calendário. Destaques em 2016: quinto em Margaret River, na Austrália. Wiggolly penou, mas conseguiu sobreviver na elite do surfe mundial para 2017. O brasileiro terminou a temporada em 21º no ranking geral e conseguiu uma das 22 vagas fixas para o ano que vem. Destaques em 2016: quinto lugar em Bells e em Fiji. Miguel Pupo foi mais um brasileiro que só conseguiu a vaga para o CT do ano que vem na última etapa, em Pipeline. Com o 13º lugar na competição, Pupo terminou em 22º no ranking e conseguiu a última vaga direta. Destaques em 2016: quinto lugar no Rio de Janeiro e em Portugal. Jadson só soube da conquista da vaga na elite em 2017 quando saiu da água em Sunset Beach. O brasileiro chegou à semifinal da etapa e ficou com o oitavo lugar no ranking do QS, o que garante vaga no CT na próxima temporada. Destaques em 2016: nono lugar em Fiji, Taiti e Trestles. Filho de Fábio Gouveia, Ian é o mais novo brasileiro na elite da WSL. O pernambucano ficou com o nono lugar no ranking do QS e carimbou passaporte pro CT do ano que vem. Destaques em 2016: campeão da etapa de Azores, do CT.
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