segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Pedro Andrade explora diferentes culturas na nova temporada de "Pedro pelo Mundo" no canal GNT

O mundo de Pedro Andrade dobrou de tamanho. É que, nesta segunda temporada do programa Pedro pelo Mundo (no canal de TV a cabo GNT, as 10 edições, antes de meia hora cada, agora terão uma hora de duração. A segunda temporada de ‘Pedro Pelo Mundo’, pode ser conferida no canal GNT e GNT HD, o programa chega para mostrar ao público como é a vida em um planeta em constante transformação. E, para Pedro Andrade, não há dificuldade linguística que seja capaz de afastá-lo de um bom destino. Sempre de olho no que pode render uma história interessante, o jornalista conta que um dos objetivos do programa é ser honesto com o telespectador, que observará sua troca com os moradores de cada lugar. “Desde o início, falei que não queria um programa que fosse previsível. Talvez por isso, tentei dar uma identidade diferente para cada um dos episódios. Espero que o público sinta o que senti. Se aquele lugar me decepcionou, quero que entendam isso. Se outra cidade me surpreendeu, torço para que compreendam também”, explica. Em dez episódios, Pedro passará pelo Vietnã, México, Coreia do Sul, Portugal, Camboja, Estados Unidos, Japão, Okinawa, Alemanha e Botswana. Nessa temporada, a produção dobrará seu tempo: dos 30 minutos de antes, cada episódio passará a ocupar uma hora da grade do canal. Essa mudança permitiu a Pedro desenvolver um programa mais elaborado. “O que me surpreende nem sempre é o que surpreende o telespectador. O Brooklyn, por exemplo, tem uma diversidade cultural que muita gente não espera, assim como sua bagagem histórica. Não sabem que, se fosse uma cidade, seria a quarta maior dos Estados Unidos. Tudo isso vai ser uma surpresa para o telespectador, mas não pra mim”, conta. Como morador de Nova York, o Brooklyn já é muito conhecido por Pedro. Mas, mesmo achando o lugar fascinante, sua aposta para um dos melhores episódios é Seul, na Coreia do Sul. Uma das coisas que impressionaram Pedro foi perceber que, apesar da fronteira do país com a Coreia do Norte, que é uma das zonas mais conflitantes do planeta, ao chegar a Seul, se sentiu como em qualquer outra metrópole. “A Coreia do Sul era um local que não me despertava interesse, mas tem muitas peculiaridades como, por exemplo, o fato de ser ilegal ser tatuador lá. Também é a capital mundial da cirurgia plástica, sendo que a que eles mais fazem é para ocidentalizar os olhos. Uma média de 35% a 45% dos salários das coreanas vai para produtos de beleza. Então, é uma sociedade extremamente vaidosa”, relata. Assim como na primeira temporada, Pedro vai experimentar muitas comidas exóticas. Alguns pratos foram tão asquerosos que a própria direção do GNT decidiu não incluir na edição final. “A tarântula do Camboja, literalmente, parece um bombom com uma bola de naftalina derretida dentro. A tarântula tem uma bunda recheada com um veneno que, depois de frito, não mata. Quando você coloca na boca, ela ‘explode’”, exemplifica. Pedro também integra a equipe do ‘Manhattan Connection’, da GloboNews, desde 2009. No entanto, é no ‘Pedro Pelo Mundo’ que consegue trabalhar um olhar mais humano, que vai além da percepção jornalística. A produção de cada episódio busca um contraste entre informação, curiosidade e entretenimento a partir de diversos aspectos locais, que podem ser culturais, políticos, econômicos ou gastronômicos. “Meu olhar é fundamental para o programa em duas partes: no início e no fim. Falo quais são as minhas expectativas e conclusões. Para as pessoas que participam do ‘Pedro Pelo Mundo’, faço perguntas simples. Quero que elas sejam as estrelas e me digam como é viver lá. Para que isso aconteça e eu consiga obter a honestidade no olhar delas, frequentemente, a gente tem de trabalhar com uma equipe muito pequena”, diz. Para conquistar a confiança de quem conversa com ele em cada destino, Pedro diz que uma equipe de quatro pessoas é o ideal. Viajam com ele apenas o diretor de fotografia Gustavo Nasr e os produtores Tatiana Issa e Guto Barra.
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