sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A verdadeira história de Jean-Claude Van Damme

Jean-Claude Camille François Van Varenberg, mais conhecido como Jean-Claude Van Damme (Berchem-Sainte-Agathe, 18 de Outubro de 1960), é um especialista em Karate Shotokan, Muay Thai, Taekwondo WTF, Full Contact e KickBoxing, e ator belga. Depois de treinar Karate intensivamente a partir de onze anos de idade, Mais tarde tornou-se um bom bailarino e dançou durante 6 anos. Aos 18 anos teve que escolher entre a dança e o karate porque uma companhia francesa de balé queria o contratar. Aos 16 anos pegou a faixa preta de shotokan e venceu o European Pro Karate Association, na categoria meio pesado, foi campeão europeu de karatê - seu apelido era "Os Músculos de Bruxelas" - e notabilizou-se pela execução de um golpe que atinge a cabeça do adversário durante um giro de 360 graus. Além disso era extremamente disciplinado e corria mais de 3 horas por dia. Depois da escola fazia as lições em 20, 25 minutos e ia treinar. Van Damme alcançou sucesso nacional na Bélgica como artista marcial e fisiculturista, ganhando o título de "Mr. Bélgica". Ele emigrou para os Estados Unidos em 1982 para iniciar uma carreira no cinema, e ainda nos anos 80 alcançou o sucesso com filmes como Bloodsport (1987) e Kickboxer (1989). nos anos 90 Duplo Impacto (1991) Soldado Universal (1992) O Alvo (1993) . Uma das primeiras adaptações de videogame a chegar aos cinemas, Street Fighter faz jus à má fama do subgênero: é uma porqueira do início ao fim, descaracteriza todos os personagens e não capricha nem nas cenas de luta, que deveriam ser o grande tchan do filme. Nosso amigo Jean-Claude protagoniza esta pérola e eleva Guile, mero coadjuvante nos games, ao personagem mais importante da história, um coronel americano que lidera a batalha contra o general M. Bison (Raul Julia em seu último papel, coitado). Sobrou discurso ianque pra levantar a moral dos soldados, faltaram o golpe “alecful” e o cabelão espetado que eram as marcas registradas do personagem nos games. Não basta se chamar apenas “KickBoxer”. É preciso incluir um sub-título para tentar tornar o filme grandioso. Por que não “KickBoxer – O Desafio do Dragão”? Mais senso comum em relação aos filmes de artes-marciais impossível. Van Damme vai para a Tailândia se vingar do horripilante Tong Po, que deixou o seu irmão numa cadeira de rodas após uma luta desleal. Baseado numa história em quadrinhos, TimeCop é um dos grandes momentos da carreira de Van Damme (se fosse o melhor, óbvio, estaria lá no topo da lista). Nas bilheterias, sem dúvida, é o principal sucesso do ator, com mais de US$ 100 milhões. O sucesso não foi o suficiente para garantir uma continuação trazendo novamente Van Damme no papel principal, mas ainda assim os produtores lançaram TimeCop 2 direto no mercado doméstico e com outro ator no elenco. Com direção de John Woo (A Outra Face), Jean Claude Van Damme chuta os traseiros de um bando de vilões que se divertem caçando moradores de rua. O ator consegue realizar façanhas de atirar e chutar ao mesmo tempo, enquanto mostra toda a sua sensualidade ao deixar a mocinha indefesa com as pernas bambas e apaixonada pelo herói. Tenso. A cena mais marcante do longa-metragem é quando o baixinho morde o chocalho de uma cobra cascavel e continua com a mesma expressão de “Eu Sou Foda”. Com direção do próprio Van Damme, Desafio Mortal é uma espécie de clone de Mortal Kombat. Christopher Dubbois (Van Damme) é um artista que é levado para treinar muay thai com um mestre mais badass que o Sr. Miyagi, de Karate Kid. Roger Moore empresta todo o seu charme canalha para interpretar um vigarista que leva Dubbois para participar de um torneio de artes marciais em Bangkok. Você com certeza já se pegou assistindo ao confronto final do filme nas tardes da sessão da tarde ou algo assim. Os Mercenários foi uma grande reunião dos tiozões do cinema de ação e colocou Stallone, Jet Li, Schwarzenegger, Bruce Willis e Dolph Lundgren todos juntos em prol da porradaria. A sequência foi além e não só trouxe a lenda Chuck Norris para o lado dos “mocinhos” como colocou ninguém menos que Van Damme como o vilão Villain (sutileza pra quê?). Mesmo cinquentão, ele provou que ainda consegue chutar o traseiro alheio melhor do que muito moleque marombado por aí. Quem é que não se lembra de Van Damme em Hong Kong, disputando o “Kumitê” e distribuindo pontapés com os olhos fechados depois de levar poeira no olho de um rival pouco esportivo? O Grande Dragão Branco é Van Damme clássico, mesclando boas cenas de luta, piadinhas eficazes (“Muito bom”, diz um rival depois de ver o belga quebrar tijolos com um soco certeiro, “Mas tijolo não revida”) e aquele clima de camaradagem que só um torneio clandestino de porradaria proporciona. Van Damme foi revelado ao mundo na esteira do sucesso dos principais ícones do cinema de ação: Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. Sem nunca conquistar o mesmo status dos astros citados, Van Damme estrelou sucessos bacanas e de baixo orçamento nos anos 80 como O Grande Dragão Branco e Duplo Impacto. A brincadeira começou a ficar séria em 1992 com o lançamento de uma produção com mais recursos, a ficção Soldado Universal. A bola continuou em jogo com os bons O Alvo – estreia em Hollywood do diretor John Woo, e Timecop – O Guardião do Tempo, primeira produção estrelada pelo belga a romper a barreira de 100 milhões de dólares no mundo. Ainda em 1994 viveu o herói Guile – com um salário de US$ 8 milhões – em Street Fighter – A Última Batalha, equivocada adaptação do cultuado jogo da Capcom. Muito criticado pelos fãs, o filme teve uma performance aquém do esperado nas bilheterias, US$ 99 milhões de dólares. Era o início do fim da ascensão do ator, apesar do filme seguinte, Morte Súbita, ter sido bem recebido. Diferente dos projetos posteriores – O Desafio Mortal, Risco Máximo, A Colônia e Golpe Fulminante, todos ignorados por crítica e público, e realizados numa época em que Van Damme sofria com problemas pessoais em decorrência do vício em drogas. Jean-Claude ainda tentou uma volta por cima com a sequência Soldado Universal – O Retorno – participou de outros dois filmes da franquia, mas o fracasso do projeto eliminou qualquer chance do “músculos de Bruxelas” se tornar um astro do tamanho de Sly e Arnie. O ator retornou as produções de baixo orçamento, quase sempre distribuídas diretamente no mercado de DVD. Com títulos como Inferno e Replicante – que no lançamento no Brasil garantiu um constrangedor momento íntimo com a “musa” Gretchen. Depois de quase uma década no ostracismo artístico, Van Damme voltou ao centro das atenções com JCVD, elogiada comédia dramática belga em que interpretou ele mesmo. A boa recepção do longa deu novo fôlego a carreira do ator, que voltou a ser chamado para produções relevantes. Como a animação Kung Fu Panda 2 e Os Mercenários 2. Após recusar participar do primeiro filme, viveu o vilão da sequência. Atualmente Van Damme continua atuando em produções de baixo orçamento e pouca repercussão – até o próximo ano quatro projetos aguardando lançamento, mas que agradam sua legião de fãs. Composta em grande parte por quem cresceu durante os anos 90. Na década de 1980, Jean-Claude Van Damme se consolidou como estrela dos filmes de ação e também como um dos grandes galãs daquela época. Hoje em dia, o ator e especialista em artes marciais tem 58 anos e apesar de seus músculos seguirem igualmente firmes, parece que já não incita os gritos de fãs desta geração. Ele na verdade é pai de dois jovens que têm tudo para seguirem seu caminho de sucesso. Junto com a atriz Gladys Portugues, o ator é pai de Kris Van Varenberg e Bianca Bree, que herdaram de Van Damme tanto o gosto pelas artes marciais quanto pelo cinema. Mais conhecido na Europa como "Os Músculos de Bruxelas" hoje com 1,75 metros e 78 kg, Jean-Claude Van Damme nem sempre foi assim. Quando criança era muito magrinho, sensível e muito, muito pequeno. Vendo isso, seu pai procurou algo que pudesse fortalecê-lo tanto física quanto mentalmente. Foi então que Van Damme começou a treinar karatê, aos 11 anos de idade. Pouco depois tornou-se um bom bailarino e dançou balé durante 5 anos. Aos 16, recebeu a faixa preta e tornou-se campeão Europeu, vencendo o European Pro Karate Association, na categoria meio pesado. Notabilizou-se pela execução de um golpe que atinge a cabeça do adversário durante um giro de 360° graus. Aos 16 anos Van Damme também abandonou a escola para se dedicar aos treinos. Van Damme era extremamente disciplinado e corria mais de três horas por dia, se dedicava muito aos treinos de karatê e também ao balé. Aos 18 teve que escolher entre a dança e o karatê, porque uma companhia francesa de balé queria contratá-lo. Escolheu o Karatê, mas pela perfeiçao e leveza dos seus golpes percebe-se até hoje que as lições de balé foram muito válidas. Logo depois de vencer o Campeonato Europeu de Karatê, foi pela primeira vez aos Estados Unidos disputar o Campeonato Mundial de Karatê na Flórida, em 1979, e se sagrou campeão mundial. Deslumbrado e muito entusiasmado com a América, Jean-Claude volta aos Estados Unidos em 1980, mas desta vez na Califórnia, onde conheceu a famosa academia "Gold Gym", e lá iniciou os treinamentos intensos de musculação. Ao voltar para a Bélgica, resolveu montar uma academia em Bruxelas, "The California Gym", a qual foi um grande sucesso. Jean-Claude treinava por horas e horas para construir seu corpo e fortalecer sua estrutura muscular. Mas seus projetos eram outros: os filmes. Ele conseguiu alguns contatos na Europa, chegando a participar de uma produção francesa chamada "Rue Barbare", lançado em 1983, no qual ele trabalhou apenas como figurante. Como Van Damme queria mais que isso, o único jeito seria então voltar para os Estados Unidos. Em 1982 ele deixou Bruxelas e foi para Los Angeles, em busca de seu maior sonho: se tornar um astro de Hollywood. Depois de pouco mais de um ano morando em Los Angeles, conseguiu trabalhar como figurante nas filmagens de Braddock. Em 1984 também, participou de um pequeno filme francês chamado "Monaco Forever" em que interpretava um lutador gay de karatê. Em 1985, Van Damme atuou como vilão no filme "Retroceder Nunca, Render-se Jamais", seu primeiro papel de destaque. Dois anos depois, protagonizou o mega-sucesso "O Grande Dragão Branco", e, desde então, nunca mais parou de filmar, não somente como ator, mas também como escritor, roteirista, produtor, diretor e coreógrafo das cenas de lutas em diversos de seus filmes.
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