quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Artista francês instala obras gigantes que retratam atletas olímpicos no Rio

O atleta do Sudão Mohamed Younes Idriss, de 27 anos, recordista africano de salto em altura, ficou de fora da Rio 2016 porque se machucou antes da prova de qualificação. Mesmo sem competir, ele pode ser visto "saltando" um prédio no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio. A obra, que surpreende quem passa pela região, é assinada pelo artista plástico francês JR. A representação do atleta africano não é a única obra do artista na cidade em alusão aos esportes olímpicos. No Quebra-Mar, na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste, outra imagem gigante simula um atleta mergulhando no mar. Em sua conta no Instagram, JR disse que esta foi a primeira peça feita com “uma nova técnica”. Ele garantiu que mais obras assim vão surgir no Rio. Reconhecido internacionalmente pela sua arte urbana, JR ainda não divulgou detalhes sobre a técnica utilizada na construção destas gigantescas instalações artísticas no Rio. Antes deste trabalho na favela carioca, JR havia ganho repercussão mundial com o projeto “Face to Face”, no qual estampou fotos de cidadãos palestinos e israelenses nos muros dos dois países, que há décadas estão envolvidos em conflitos. Em seu site, JR diz ser dono da maior galeria de arte do mundo: a rua. É em meio ao cenário urbano que ele produz suas obras, que se destacam pelas grandes dimensões e interação com o público. Esta não é a primeira vez que JR altera a paisagem do Rio com sua arte urbana. Em 2008, ele ilustrou a fachada de 40 casas do Morro da Providência, no Centro. Os gigantes painéis foram produzidos a partir de fotografias feitas pelo artista de moradoras da comunidade. Em comum, essas mulheres tinham em suas histórias a morte de filhos e parentes em ações policiais. O trabalho no Morro da Providência rendeu a JR, dois anos depois, um prêmio US$ 100 mil dólares da fundação TED. Entre maio e junho deste ano, JR fez “desaparecer” a pirâmide de vidro do Louvre, o famoso museu de arte de Paris. O artista envelopou as quatro faces da estrutura de vidro com uma foto gigante que reproduzia a fachada do museu. O efeito visual camuflava a pirâmide quando observada de determinados ângulos. Fonte: G1
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