domingo, 24 de abril de 2016

Entenda como são feitos os exercícios do treinamento funcional

Criado para agir de acordo com a necessidade de quem pratica, o Treinamento Funcional pode fortalecer músculos e queimar muitas calorias. Já o Pilates contribui para uma melhora significativa no equilíbrio entre o corpo e a mente. E o que esperar do resultado da união dessas duas técnicas que só têm trazido melhoras para o bem estar das pessoas? O método Pilates é para todas as idades: jovens que querem se relacionar melhor com os limites do próprio corpo, adultos que precisam escapar da rotina e idosos que procuram melhorar a qualidade de vida. Executada a partir de técnicas com poucas repetições, a prática consiste em trabalhar a musculatura de forma suave e fluente, por meio da concentração e controle do corpo. Na academia há diversos aparelhos que trabalham um músculo por vez e, em geral, os praticantes não precisam pensar muito para realizar os exercícios. Mas para fazer o treinamento funcional são usados apenas alguns acessórios e os exercícios apresentam uma complexidade maior. Apesar dos benefícios do treino global, pode haver um risco maior para lesões. O melhor então é contar sempre com a supervisão de um especialista, um profissional de Educação Física. Além da tonificação muscular, o treinamento funcional implica numa maior complexidade do movimento e no envolvimento de várias capacidades físicas. Isso faz com que o organismo tenha um gasto energético muito maior, além de trazer grandes contribuições, como a melhora da flexibilidade, o emagrecimento, a otimização da coordenação motora, o ganho de equilíbrio e o condicionamento cardiorrespiratório. Isso tudo além de motivação e da elevada autoestima. Assunto bastante em voga entre os praticantes de atividade física tem sido o Treinamento Funcional. Diferentemente do acontece com outras propostas de treino, no treinamento funcional o foco é a funcionalidade do indivíduo e tudo isso por quê? Porque o seu objetivo é, a partir da individualidade de cada sujeito, prescrever uma proposta de treino que se converte em benefício à sua vida quotidiana. Assim sendo, quem opta por este tipo de treinamento deve estar ciente que o seu extrapola os aspectos estéticos pura e simplesmente. Acredito até mesmo,como já apontaram estudos da área, que para este fim os convencionais treinos de hipertrofia, por exemplo, se mostram de modo mais eficiente. Quando se pensa em treinamento funcional nos remetemos ao conceito de aptidão física relacionada à saúde e a séries compostas pela prescrição de movimentos que vão dos mais simples aos mais complexos ao longo da periodização proposta. Dessa forma, movimentos como agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, levantar e girar vão compondo desafios a serem superados pelos praticantes que se identificam com as propostas, já que elas foram pensadas a partir da sua realidade e agregam o prazer às suas ações. Minha experiência tem mostrado que esta esfera instigadora do Treinamento Funcional tem quebrado a monotonia das antigas séries prescritas para treinos de hipertrofia, resistência, etc, e isso tem mantido os alunos nos centros de treinamento. Este aluno também se mostra mais autônomo e a ludicidade dos treinos facilita a interação com os demais freqüentadores desses espaços. Além disso os ganhos de equilíbrio e coordenação pouco visíveis nos demais tipos de treino de musculação são bastante visíveis nos adeptos a essa proposta de atividade física. As aulas podem ser em grupo ou individual, e na maioria das vezes, são realizadas no chão ou com o auxílio de aparelhos, que variam entre molas, tiras e outros aparatos. Alguns dos efeitos já podem ser notados em poucas semanas: alongamento dos músculos de acordo com os limites do seu próprio corpo, correção da postura e fortalecimento da musculatura são alguns deles. Além disso, a técnica de Pilates não faz com que o praticante saia exausto e as aulas acontecem em locais tranquilos. O Treinamento Funcional, por sua vez, pode agir como um aliado nas práticas esportivas. É um método dinâmico que usa a carga do próprio corpo para realizar o exercício, porém, também pode contar com a ajuda de acessórios. O treino funcional implica em um grande gasto energético e tem como bases movimentos naturais, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha flexibilidade, agilidade, condicionamento físico e resistência. As práticas são distintas, mas trazem ótimos resultados quando realizadas intercaladas em um único plano de exercícios. Por exemplo: em alguns dias da semana o Pilates vem como um exercício leve, que trabalha o equilíbrio e o bem estar, e em outros, o treinamento funcional foca na resistência e no condicionamento físico.
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