quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cantora Taylor Swift bate recorde com "1989", seu primeiro álbum pop da carreira

O novo disco de Taylor Swift, "1989", estreou em 1° lugar na parada da Billboard batendo recordes. O primeiro trabalho "oficialmente pop", como Swift fez questão ressaltar, foi o álbum mais vendido na primeira semana de vendas desde 2002. O disco já soma 1,2 milhão de cópias vendidas desde o momento em que chegou às lojas, no dia 27 de outubro, até o dia 2 de novembro, segundo a Nielsen SoundScan, que acompanha os números no mercado. O quinto álbum de Taylor Swift também se tornou imediatamente o disco lançado em 2014 mais vendido no ano. Se levar em consideração os lançamentos de 2013, Swift só fica atrás da trilha sonora da animação "Frozen", que vendeu 3,2 milhões. Taylor ainda foi a única a vender neste ano mais de 1 milhão de cópias com apenas uma semana de vendas, deixando para trás o Coldplay e seu "Ghost Stories", que vendeu 745 mil na primeira semana. "1989" apenas não conseguiu tirar a coroa de Eminem, que vendeu 1,3 milhões de "The Eminem Show", em 2002, em apenas uma semana. Após a primeira semana de vendas do novo álbum, Taylor Swift retirou todo seu catálogo do Spotify. Não houve uma explicação oficial, mas em julho a cantora chegou a responsabilizar os serviços de streaming pela crise nas vendas de música. Em 2014, nenhum outro disco havia ultrapassado 1 milhão de cópias na primeira semana. Além disso, Taylor conseguiu outro feito: tornou-se a única artista da história a ter três trabalhos diferentes superando essa marca nos primeiros sete dias após o lançamento. Em 2010, "Speak now" vendeu 1,047 milhão. Em 2012, "Red" vendeu 1,208 milhão. Taylor Swift havia retirado todo o seu catálogo do serviço de streaming de música Spotify. Antes dela, cantores e bandas como Beyoncé e Coldplay chegaram a atrasar o lançamento de seus álbuns no Spotify para dar às lojas varejistas uma janela exclusiva para vender seus álbuns. A diferença é que Taylor radicalizou ao excluir todas as suas músicas. Em julho, a cantora já tinha escrito um artigo no jornal "The Wall Street Journal" dizendo que "pirataria, compartilhamento de arquivos e streaming haviam encolhido drasticamente os números de álbuns pagos… Música é arte, e arte é importante e rara. Coisas raras e importantes são valiosas. Coisas valiosas devem ser pagas. É minha opinião que a música não deve ser gratuita". O Spotify fez então um apelo público, dizendo em um blog: "Esperamos que ela mude de ideia e se junte a nós para construir uma nova economia musical que funcione para todo mundo". A companhia sueco-britânica afirmou que a música de Taylor estava em 19 milhões de listas de usuários. Ao todo, o serviço de streaming tem mais de 40 milhões de usuários.
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