segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Modelo ícone do underground, Mateus Verdelho agora é rapper e lança clipe arrasador

Mateus Verdelho ficou conhecido como modelo, artista e empresário. Em sua nova persona, agora como rapper, com o grupo Família MV, o ribeirão-pretano de 31 anos afirma que não é um aventureiro no meio. "A música esteve presente em toda minha vida e desde sempre minha preferência musical é hip hop", conta ao Virgula Música. Na conversa, ele destaca Edi Rock, Don Pixote, Thaíde e Big da Godoy entre os nomes que mais se identifica do rap nacional. Já em relação ao sucesso nas redes sociais, ele diz que foi algo que ele não buscou racionalmente. "Gosto da autenticidade e vejo que as pessoas se identificam com o meu jeito de ser e o meu estilo, mas não me preocupo muito com esse lance, eu deixo as coisas acontecerem naturalmente", afirma. Mateus não é fraco nas redes, não, ele tem mais de um milhão de seguidores. São 485 mil seguidores no Instagram, 479 mil no Facebook e 187 mil no Twitter. Desde quando gosta de rap e canta e como foi o caminho até tomar essa decisão de se lançar como rapper? A música esteve presente em toda minha vida e desde sempre minha preferência musical é hip hop. Costumo escutar muitas referências internacionais e acompanho a história do rap brasileiro já a bastante tempo. Vinha fazendo um trabalho de DJ há alguns anos, tocando em diferentes cidades e clubes no Brasil e almejando um crescimento, desenvolvi um projeto musical com o intuito de se diferenciar dos padrões, chamei dois rappers e um DJ para fazerem parte da Familia MV e assim criar músicas, clipes e vídeos. Você é muito popular nas redes sociais. O que faz para ampliar sua presença e desde quando têm essa preocupação? Gosto da autenticidade e vejo que as pessoas se identificam com o meu jeito de ser e o meu estilo, mas não me preocupo muito com esse lance, eu deixo as coisas acontecerem naturalmente. Que outros novos nomes do rap você mais gosta e indica. Vê algum ponto de aproximação entre o seu trabalho e o dessa galera? Aqui no Brasil, Edi Rock, Don Pixote, Thaíde e Big da Godoy. São vários, mas esses são minhas referências e estão mais próximos de mim. Eu indico todos os nomes do rap que tem a mesma intenção que a gente, de cada vez mais ampliar a cena do hip hop, um exemplo é o Edi Rock que vem trazendo uma proposta diferente na cena, inclusive gravou um som com a Familia MV. No nosso CD Chega com Sucesso teremos a participação do Thaide, Mika Borges, Lino Kriss, Edi Rock e Don Pixote. O rap de vocês não fala de política. Acha que essa liberdade de temáticas é uma característica do novo rap? Acho que quando você escreve uma música tem que falar sobre o universo que você vive, as nossas letras são sempre muito positivas feitas para dançar, gostamos de falar de amor, de estilo, de todo o lifestyle que vivemos. O que deseja alcançar com a música? O meu objetivo é retribuir todo o carinho que venho recebendo durante esses anos, levando sempre uma palavra positiva e assim me aproximando cada vez mais do meu público. Acredito que a música me traz isso.
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