quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Luxuoso, teatral, divertido e com visual excepcional, novo DVD de Madonna lidera venda nos EUA

O DVD da turnê MDNA World Tour, rendeu mais um número 1 na parada Billboard para a cantora Madonna. O registro se tornou o sexto consecutivo da rainha do pop a atingir o topo da Billboard. Mdna, Madonna – desprendida como nunca – soube se divertir e provocar, atiçando o público com diversos arroubos de espontaneidade, algo comprovado mais por vídeos amadores do que por esse DVD oficial. Se isso, que deu um calor todo especial às apresentações, não está tão bem retratado assim aqui, a equipe de produção ganha pontos por um registro no geral mais “pé no chão”. Uma boa prova disso é o uso de takes da platéia com mais frequência. São momentos muito espontâneos que fazem a gente sentir a energia que paira no lugar durante a apresentação da loira, em complemento ao que acontece no palco. Além disso, o registro possui menos efeitos de edição que seus anteriores, como o também excelente DVD da Confessions Tour – repleto de imagens que se fundem durante apresentações, transições de música com explosões de cores, câmeras lentas estratégicas e afins. Ainda que possua esses elementos, a filmagem da MDNA não abusa – e o resultado ainda assim não parece menos impactante. Para aproveitar esses pontos, é preciso ignorar algo chato: como dito pela Universal Music, há problemas na masterização bastante evidentes, principalmente em suas primeiras sequências. O volume da apresentação de Girl Gone Wild, por exemplo, aumenta e diminui de forma inexplicável; já a primeira parte do show traz imagens mais “estouradas” que o normal. É um balde d’água fria para quem vê o DVD, mas o conteúdo compensa, com destaque para alguns momentos específicos. A lista é longa: o confronto entre Madonna e seus perseguidores em Gang Bang pode ser visto de vários ângulos – valorizando a complicada coreografia realizada entre a cantora e seus bailarinos -, num bloco bem cinematográfico e de presença; a dobradinha Express Yourself (com alfinetada nada sutil à Lady Gaga) e Give Me All Your Luvin’ é quase catártica, com uma banda marcial que desce do teto (!) e pompons enloquecidos; o terceiro e mais sensual bloco, teatral e dramático, com Madonna se despindo e jogando-se no chão diante de seus fãs em lindas cenas; a disputa de pick-ups de Celebration, e a bem sacada performance de I’m a Sinner, que mostra os dançarinos de Mad pulando de vagão em vagão numa vibe Quem Quer Ser um Milionário e que arranca sorrisos. Mesmo com alguns pesares, The MDNA Tour é um registro tão divertido e variado que é difícil não agradar. Até porque, como dito, a “obra” que ele retrata também é coisa boa demais: do tipo que agrada fãs, não fãs, e que entretém quem vê pela primeira vez – ou viu ao vivo e deseja resgatar algumas memórias. Fontes: Outra Página e Uol
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